Eu não sei mas o que quero da minha vida
Tem dias que acordo padre
Na minha mão carrego a bíblia
E outros que durmo em lage
Curtindo a boemia
Ontem mesmo
Descobri que meu dinheiro não é igual ao
dos outros
Baseado naqueles liquido preto
O meu é assim inspirado no meu mimo
No sagrado Scott de domingo
Liquido preto roto
Que de amaldiçoado, escraviza os outros
Inútil, banal
Incapaz de alimentar um porto
Prefiro o vermelho
Sagrado vinho do Porto
Lucas Mendes de Oliveira
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