Poetas do nada
Alcoólatra, safados
Pederastas orgulhosos
Mendigos endinheirados
Desfilado sua riqueza européia, no verão tropical
Eu cuspo no seu olho
Vomito na sua boca
Urino na rua roupa
Parte rota, rota as suas prisões chamadas de lar
Ah... lar doce lar
Muros altos me recobrem, estatuetas que não entendo estão na minha sala
Desperdiço de carrára
Burguesia gorda, tola
Continuem a brigar por nada
Pois, quem sabe um dia vocês se matem
Lucas Mendes de Oliveira
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